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Como previnir acidentes domésticos com crianças

O Dia das Crianças é uma data superdivertida, afinal crianças são sinônimo de luz e alegria não é mesmo?

Porém, elas também são frágeis e exigem de nós alguns cuidados. Por isso, nós preparamos estas dicas para te ajudar à previnir acidentes domésticos com crianças.

Objetos perigosos

As crianças pequenas não têm capacidade para avaliar o perigo, pelo que qualquer objeto que encontram em casa pode transformar-se num brinquedo muito interessante.
Botões, tampas e rolhas de garrafas, moedas, pregos pequenos, parafusos e até brinquedos com peças demasiado pequenas são uma atração irresistível para crianças até aos três anos, que gostam de levar tudo à boca. Mas consistem um grande perigo, pois as crianças podem engasgar-se e até sufocar.

Causas dos acidentes

Sabia, por exemplo, que as quedas são a principal causa de acidentes domésticos com crianças? Seguem-se os cortes, as queimaduras e as intoxicações.

Atitudes que podem salvar

Não se limite a proibir as crianças de fazerem isto ou aquilo; deve procurar ensiná-las e alertá-las para os riscos que certos atos envolvem, para que elas possam desenvolver a noção do que é o perigo e do que são comportamentos perigosos. Mesmo quando as crianças são pequenas e a explicação requer muita paciência.
E, sobretudo, dê o exemplo: as crianças imitam os adultos.
Sempre que necessário, explique à criança porque é que as suas ações lhe são permitidas a si e a ela não, apontando razões de idade, capacidade, responsabilidade, segurança, etc.

Cuidados com medicamentos

-Todos os medicamentos devem ser guardados fora do alcance das crianças, em lugares altos e, de preferência, em armários ou caixas bem fechadas;
-Não tome, nem dê medicamentos sem prescrição ou orientação médica;
-Não deixe os seus medicamentos ao alcance das crianças e, de preferência, não os tome à frente delas, pois estas tendem a imitá-lo;
-Não use remédios cujo prazo de validade já expirou ou cujas embalagens estão deterioradas. Junte-os e entregue-os na farmácia mais próxima.
Cuidados com escadas.

As dicas foram úteis para você? Conte para a gente!

E um Feliz Dia das Crianças à todas elas!

Via Defesa Civil

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Saiba escolher a cerveja certa para cada momento ou refeição

Beber boas cervejas está cada vez mais ao alcance de todas e todos. Os tempos em que elas eram divididas em claras/fracas e escuras/fortes ficaram para trás; hoje, elas podem ser leves, encorpadas, amargas, docinhas e muito mais.
Mas sabemos que nem todo mundo pode fazer cursos ou tem tempo para se aperfeiçoar no assunto, portanto vamos te dar uma ajudinha para escolher aquele tipo de cerveja certo para cada momento da sua vida! 😉

Confira:
Cerveja Lager
É uma cerveja de baixa fermentação, a mais popular que existe – cerca de 90% das cervejas do mundo são lager. Clarinha e amarga, deve ser servida o mais gelada possível.

Cerveja Pilsen
É uma espécie de “evolução da lager”. Só foi possível por causa da invenção da geladeira, que permitiu que sua fermentação fosse feita sob temperaturas menores. Também é clarinha, mas puxa mais para o dourado, e amarga, com um toquezinho floral.

Cerveja Bock
Avermelhada, maltada e mais alcoólica que a Lager e a Pilsen, é um bom tipo de cerveja para começar a se acostumar com sabores mais encorpados da bebida.

Cerveja Ale
É uma cerveja de alta fermentação, feita em temperaturas mais altas. A característica mais marcante de seu sabor é ser frutado com um toque de especiarias. A maioria das cervejas inglesas é Ale, assim como as belgas.

Cerveja Weiss
Com maltes de trigo e de cevada, ela é beeem mais clarinha e tem um cheirinho de frutas e cravo da Índia. Desce bem suave na garganta.

Cerveja India Pale Ale (IPA)
Super amarga e bem alcoólica, mas ainda assim fresquinha, a IPA foi criada para que os ingleses aguentassem a viagem de navio da Inglaterra à Índia, então já dá para imaginar o efeito dela, né?

Cerveja Amber Ale ou Red Ale
São as cervejas vermelhas (ou âmbar), originais do Reino Unido e dos EUA. Têm um gostinho de malte tostado e são amarguinhas.

Cerveja Strong Ale
O nome já entrega: são as cervejas ales mais fortes. Sempre douradas, podem ser mais claras (não tanto quanto as lagers) ou mais escuras e quase avermelhadas (não tanto quanto as amber ales).

Cerveja Barleywine
Bem maltada, bem alcoólica, bem docinha, ela é que nem vinho: pode ficar guardada e quanto mais velha, melhor – desde que armazenada adequadamente, claro, longe da luz e do calor excessivo.

Cerveja Stout
É a velha e boa cerveja preta. Normalmente é doce, seja suave ou seca. Grossa, quase dá para comer às colheradas (um pouco de exagero… mas só um pouco!).

Cerveja Dubbel
Docinha docinha, a cerveja dubbel chega a ser achocolatada. Sério! Algumas variações são também carameladas. Irresistível para quem tem o paladar mais adocicado.

Cerveja Porter
Escura e leve, era a favorita dos estivadores britânicos e hoje agrada aos paladares que preferem cervejas adocicadas e com um fundinho de gosto torrado.

E,aí anotou aí todos os tipos de cerveja? Agora então é só escolher o tipo certo para cada momento e curtir!
Aproveite para pedir a sua na Bittencourt Cardoso.

Via MdeMulher

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Entenda a diferença entre água mineral e água de rios e lagos

A qualidade da água que é consumida reflete diretamente na saúde do consumidor. Por isso a importância de ficar atento e saber sobre a origem e a melhor forma de cuidar dessa substância essencial à vida. O biólogo Pedro Zagatto explica que nem todas as águas são iguais: a oriunda de mina (mineral), não passa por qualquer tipo de tratamento e possui menor diversidade de minerais do que aquela proveniente de rios e represas, que é captada e distribuída à população após tratamento.

“A água mineral tem origem em uma fonte única, então pode apresentar baixa quantidade de elementos naturais, como cálcio e magnésio. Por isso, só pode ser comercializada se possuir sais minerais em quantidades mínimas estabelecidas por lei”, afirma. É o caso, por exemplo, da Itati, que é comercializada com todos os sais minerais dentro da quantidade estabelecida na lei.

Já a água de rio, possui, em sua maioria, composição homogênea, com alta diversidade de elementos naturais e essenciais, já que é enriquecida naturalmente pelos sais minerais retirados das rochas e sedimentos. Até chegar ao consumidor, a água passa por um longo processo de tratamento, que deve atender os padrões estabelecidos pela legislação. Entretanto, a rede de distribuição por onde passa a água tratada pode sofrer quebra e infiltração, por isso é importante que a água seja filtrada em casa.

Peça água mineral de qualidade na Bittencourt Cardoso!

Via Itati

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Fogão à gás foi a grande inovação da cozinha nos anos 30

“O fogão a gás foi a maior inovação dos anos 30 no que diz respeito aos assuntos da alimentação”, avalia Sandro Dias, professor de história da gastronomia do Senac.

Livros e enciclopédias indicam que as geladeiras também começavam a aparecer nos idos de 1930, mas era item de luxo, assim como a água potável. Boa parte da população ainda conservava os alimentos a partir de técnicas de salga e cozimentos.

Com esse e outros aparelhos elétricos à disposição, as donas de casa passaram a economizar tempo, fator importante para o novo e agitado ritmo de vida da época. “Comparado aos fogões a lenha, os novos modelos a gás trouxeram praticidade. Por outro lado, a cozinha deixou de ser um elemento importante no convívio familiar. Elas eram pequenas e quase sempre relegadas à parte dos fundos das casas”, explica Dias.

Para além da vida privada, as mudanças na esfera pública corriam a olhos vistos. “O trabalhador não conseguia mais voltar para casa na hora do almoço, por isso muitos lugares passaram a servir comida caseira em botecos e lanchonetes que beiravam as fábricas”, conta o professor.

Ao que tudo indica, teria nascido daí, portanto, o esquema de “prato do dia” ou “prato executivo”, já que os almoços precisavam ser preparados de forma rápida e ao gosto da variada clientela de imigrantes. A pressa da vida urbana transformou também o hábito do cafezinho. Antes servido nas mesas, a partir dos anos 30 ele passa a ser consumido “em pé”, no balcão, mediante ficha comprada no caixa.

Gostou de saber sobre a origem desse letrodoméstico que tanto utilizamos? Conte para a gente! 😉

Via: Último Segundo – iG

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Algumas regras que devem ser seguidas na hora de alimentar seu cão

A maioria dos cães ama comer, isso a gente sabe. Isso é ótimo e podemos usar a nosso favor, como por exemplo usar petiscos saudáveis para treiná-los (como a cenoura). Às vezes o cachorro não quer comer porque está se sentindo mal ou porque enjoou da ração, mas de maneira geral, os cães adoram comida. Os donos normalmente colocam a ração ou a comida da alimentação natural no pote, colocam o pote no chão e somente isso.

Mas, o dono consciente deve seguir algumas regrinhas básicas na hora de dar comida pro cachorro, para que o momento da refeição seja prazeroso, sem estresse, seguro e apropriado. Além disso, é um ótimo momento pra reforçar sua liderança.

Cuidados para alimentar seu cão corretamente

1. Verifique a quantidade

É comum os cães comerem tudo que é colocado na frente deles. Isso é bem típico de algumas raças como Bulldog Inglês, Labrador, Beagle, etc. Não é incomum ver cães obesos hoje em dia, justamente porque as pessoas colocam comida à vontade no pote do cachorro, inclusive sempre vão colocando mais e mais quando essa acaba. Sempre leia na embalagem da ração a quantidade diária correta de acordo com a idade e o peso do cachorro, e escolha sempre uma ração adequada à idade do cão (filhote, adulto ou idoso).

2. Permita que seu cachorro coma em paz

Não dê comida pro seu cão em um horário ou local muito barulhento, com muito trânsito de pessoas e muita bagunça em volta. Seu cachorro não vai conseguir relaxar dessa forma, pode até comer rápido demais e não digerir bem a refeição. Faça com que as crianças e possíveis visitas da sua casa respeitem o espaço do cachorro enquanto ele estiver comendo.

3. Não exercite seu cachorro logo depois de comer

Seu cachorro pode precisar fazer xixi e cocô logo depois de comer, mas espere pelo menos de 30 minutos a 1 hora depois dele acabar de comer pra poder passear com ele ou brincar com ele. Assim como as pessoas, os cães precisam de tempo pra digerir a comida apropriadamente depois de comer e passear, correr ou brincar com o cachorro logo depois da comida pode interferir na digestão, fazendo o cachorro vomitar, ter gazes ou ter uma congestão.

4. Não dê a sua própria comida ao cachorro

Os cães precisam de nutrientes diferentes dos seres humanos. Algo que pode parecer saudável e completo pra você, pode não ser pra ele. Ele precisa de nutrientes específicos que podem ser encontrados em rações de qualidade ou em uma alimentação natural acompanhada por um nutricionista veterinário

N Bittencourt Cardoso você encontra rações de qualidade para seu pet, que combinadas com uma alimentação adequada, pode trazer muito mais saúde e vitalidade para ele!

Via Tudo Sobre Cachorros

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Composição do gás de cozinha

O gás de cozinha é um elemento super necesssário em nosso dia-a-dia que nos permite fazer pratos deliciosos em nossa cozinha. Mas o que muita gente não sabe, é do que este nosso aliado é composto. Por isso nós resolvemos matar a sua curiosidade e explicar do que é feito o gás de cozinha.

O gás de cozinha é fundamentalmente composto pelos gases propano e butano, além da adição de um composto de enxofre para dar o cheiro que serve como aviso.
Este tipo de gás é o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), mas essa sigla também pode significar Gás Líquido Pressurizado. Esses nomes indicam a origem e algumas características do gás de cozinha, isto é, sua origem é o petróleo; ele está líquido dentro do botijão de gás; e é submetido a elevadas pressões.

Os gases propano e butano são os principais componentes do gás de cozinha, sendo altamente inflamáveis, inodoros e incolores. Mas se eles não possuem cheiro, por que nós logo sentimos um odor característico quando o gás de cozinha está vazando?
Na verdade, esse cheiro que nós sentimos não é nem do propano nem do butano, mas sim de substâncias de enxofre (tiocompostos ou compostos sulfurados), mais especificadamente do grupo dos tióis, também chamados de mercaptanas. Essas substâncias que são adicionadas ao gás de cozinha possuem um odor extremamente desagradável e podem ser detectadas prontamente pelo consumidor mesmo em baixas concentrações. Esse alerta diminui o risco de acidentes.

Sabemos que são termos bastante químicos e científicos, mas afinal esses são realmente os elementos que compõem o nosso gás de cozinha, portanto, é sempre bom deixar registrado este tipo de informação, não é mesmo? 😉

Via Brasil Escola

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Você sabe como surgiu o gás natural? Iremos resumir esta história para você

O gás natural foi descoberto na Pérsia entre 6000 a.C. e 2000 a.C. e, segundo algumas indicações históricas, era usado para manter aceso o “fogo eterno” – símbolo de adoração de uma seita local.

Na China é conhecido desde 900 a.C., mas o conhecimento da primeira utilização do gás natural, segundo um manuscrito chinês, data de 347 a.C.. O manuscrito descreve um “ar de fogo” que podia ser usado para iluminação.

Na Europa, o gás natural foi descoberto no século XVII, embora não tenha despertado grande interesse. O gás de iluminação pública na Europa, a partir de 1790, era produzido a partir do carvão. Há cerca de 200 anos, Alessandro Volta descobriu o potencial energético do gás natural quando verificou que as bolhas emergentes da água, no lago Maggiore, ardiam com chama azulada.

Em 1821, as ruas de Fredonia, perto de New York, eram iluminadas por gás natural, meramente porque o gás emergia espontaneamente de um buraco no chão, à saída da cidade. A canalização era feita de madeira e chumbo e pode assim imaginar-se o nível de insegurança para as pessoas, quer em termos de potenciais explosões, quer em termos de envenenamento. Não havia mecanismos fiáveis para transportar o gás até às casas o que impedia assim o seu uso para aquecimento, cozinha e outros usos, sendo apenas utilizado para iluminação pública

Foi, finalmente, a descoberta de Robert Bunsen – o célebre bico de Bunsen – em 1885, misturando ar e gás natural, que permitiu usar plenamente as vantagens deste combustível. Os produtores de gás natural rapidamente mudaram a sua atenção para as propriedades térmicas deste combustível, promovendo-o como fonte de energia para aquecimento ambiente, de águas sanitárias e cozinha.

Foi após a Segunda Guerra Mundial que o transporte de gás por gasoduto teve a sua expansão. Foram os avanços resultantes da guerra, na metalurgia, na soldadura e na produção dos tubos que permitiram o rápido desenvolvimento do transporte de gás.

As preocupações com o aquecimento global e a sustentabilidade vieram reforçar o papel do Gás Natural como fonte energética global.

E,aí? curtiu saber um pouco mais sobre a história do gás natural? Conte para a gente o que achou. 😉

Via Ag Natural

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Truques para manter sua cerveja gelada por mais tempo

Quando vamos beber cerveja, queremos bebe-la bem gelada, não é mesmo?
Não importa a época do ano, cerveja só é boa quando está gelada mesmo.

Por isso, trouxemos algumas dicas para você manter a sua gelada por mais tempo! Confere aí:

1 – Prefira gelar cerveja em menor quantidade
É mais fácil e rápido gelar cinco latinhas de 200 ml do que uma garrafa de vidro de um litro. As latinhas de alumínio são menores e, portanto, ficam menos tempo vulnerável às variações de temperatura.

2 – Gelo com água é melhor que só gelo. Acredite.
O ideal é encher o balde de cerveja com gelo e água.

3 – Use um cooler
Se a ocasião pede muitas cervejas, a forma mais rápida de gelar cerveja não é o freezer, mas um cooler, pois as pedras de gelo são mais eficientes do que a geladeira. Por isso, manter um cooler com gelo ensacado traz duas vantagens: além de ter em mãos cerveja gelada, as pessoas abrem menos a porta da geladeira, o que ajuda a preservar a temperatura fria lá dentro.

4 – O sal pode ser um potente aliado
Uma mistura de água e gelo pode ser mais fria com a adição de sal, mas esse truque só funciona quando o gelo está na temperatura de vários graus negativos.

5 – Girar a garrafa
Quando a cerveja estiver parcialmente imersa na água ou no gelo do cooler ou do balde, gire-as de vez em quando para misturar a parte gelada com a outra que não está tão assim. Mas cuidado para não agitar demais a bebida.

E aí, aprendeu como faz?
Então, peça já sua cerveja na Bittencourt Cardoso!

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Dicas de como instalar seu fogão da maneira correta

Instalar o fogão pode ser uma tarefa simples ou bastante complexa dependendo exclusivamente do tanto que você conhece e sabe sobre como usar ferramentas e conectar as coisas.
Para facilitar esta tarefa, separamos 5 dicas para ajudar você a instalar seu fogão da maneira correta.

1-Desligue o gás para instalar o fogão
A primeira dica para instalar o fogão do jeito certo e completamente seguro, é desligar totalmente o gás para que todo o processo de instalação seja mais seguro e eficiente.
Cortar o envio do gás é indispensável porque evita o acontecimento de acidentes que podem ser provocadas ao acender luzes, usar outros equipamentos elétricos no mesmo espaço ou até mesmo usar um fósforo!

2-Repare na parte elétrica
Desligado o gás, o segundo passo e dica é preciso que o responsável pela instalação repare com atenção na parte elétrica. O fogão deve ser instalado sempre próximo a um ponto de energia em que ficará continuamente ligado.
Outro cuidado importante é que ao instalar o fogão seja destinada uma tomada exclusiva para o eletrodoméstico. Não é aconselhável fazer uso de extensões ou benjamins para não sobrecarregar a tomada, vindo a causar panes elétricas entre outros problemas.

3-Qual o modelo de fogão?
Vale lembrar que existem ainda vários tipos e modelos de fogão e que cada um deles pode exigir um cuidado mais especial no momento da sua instalação.
No caso do fogão mais comum, de piso, é importante verificar que o espaço em que ele será instalado tenha um espaço destinado à respiração do eletrodoméstico. É indicado ao menos 10 cm em cada lateral e também de distância da parede na parte de trás. Na frente, ao menos 65 cm para que o forno possa ser aberto tranquilamente.

4-Tipo de gás
Existem dois tipos de gás o GLP (gás liquefeito de petróleo) e o GN (gás natural). O primeiro é o mais comum e comercializado em botijões.
Já o GN requer a ajuda de especialistas para a instalação do fogão uma vez que modificações podem ser requeridas.

5-Faça testes para verificar se há vazamentos
Por fim, a última dica na hora de instalar o fogão é conferir se tudo está certo e se não há vazamentos. Este teste também é indicado quando há troca de botijão de gás.
A forma mais certa de fazer essa verificação é passando um pouco de espuma de sabão nas partes em que há conexão entre o gás e o fogão. Repare se há modificação, pois indica vazamento.

Gostou das dicas?
Depois do seu fogão corretamente instalado, peça o gás dele na Bittencourt Cardoso 😉

Via canada-discountpharmacy.org

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Como acender carvão para churrasco da maneira certa

Quem não gosta de reunir as pessoas e organizar um delicioso churrasco com os amigos ou a família? No grupo de responsáveis por esse evento sempre contamos com o “especialista de carnes” – que escolhe as carnes que vão para o fogo – o “especialista de bebidas” – que organiza a compra das bebidas e sua disposição na geladeira – e, é claro, o “especialista em carvão” – responsável por acender a churrasqueira.

O papel de “especialista em carvão” é sempre o mais difícil de ocupar, visto que poucas pessoas realmente sabem acender um carvão para churrasco da maneira certa. Pensando nisso, separamos algumas dicas para que você cumpra essa tarefa com sucesso no próximo encontro com os amigos ou a família!

Passo #1: Escolha um carvão de qualidade
Para ter sucesso ao acender um carvão para churrasco, primeiramente, é preciso ter atenção para comprar um carvão de qualidade. Muitas vezes, economizar na compra desse item indispensável para seu churrasco, pode acabar lhe custando muito mais caro, já que carvões de má qualidade duram menos tempo e são mais difíceis de acender.

Passo # 2: Use carvões secos e prontos para a queima
Ao comprar um carvão, lembre-se sempre de armazená-lo em um local seco e seguro até a hora de utilizá-lo. Para que a chama consiga ser acessa com facilidade, os pedaços de carvão precisam estar extremamente secos e com nenhuma gotinha de umidade. A água pode dificultar o processo de queima do carvão, visto que o próprio álcool já tem um volume hídrico relativamente alto.

Passo # 3: Espalhe uma boa quantidade de carvão na churrasqueira
Para começar a preparar sua churrasqueira, pegue os carvões secos e distribua bem no espaço reservado para a queima. Alguns especialistas em churrasco preferem empilhar alguns carvões para facilitar que o fogo se espalhe mais facilmente, entretanto, você só precisa ter atenção para deixar os pedaços maiores de carvão no fundo da churrasqueira.

Passo # 4: Coloque álcool gel sobre o carvão para churrasco
Apesar de muitas pessoas utilizarem o álcool tradicional, também chamado de álcool 70%, para acender uma churrasqueira, é recomendável sempre preferir a versão em gel. O motivo é a menor concentração de água nesse tipo de álcool, situação que facilita a queima.

Passo # 5: Coloque o fogo em contato com o álcool
Na hora de acender o carvão, é preciso ter muito cuidado para não se queimar. Há quem prefira usar um fósforo aceso e colocar em contato com o álcool ou então explorar outras técnicas de levar o fogo até à mistura. Você pode acender um pão e colocá-lo no meio da churrasqueira, um pedaço de papel ou até mesmo usar um acendedor. A maneira que lhe parecer mais segura e que lhe deixar mais confortável é a que deve ser usada!

Passo # 6: Espere sua brasa ficar no ponto ideal para o churrasco
Não basta apenas acender o carvão e já começar a preparar as carnes. Uma boa brasa precisa de tempo para acender e ficar na temperatura ideal para o seu churrasco. Recomendamos que, após acesa, você espere cerca de 40 a 50 minutos para começar a trabalhar nas carnes e acompanhamentos que vão para a grelha.

Uma vez que você iniciou os preparos, sua brasa vai sempre precisar de atenção. Use pedaços de carvão para alimentá-la sempre que começar a perder calor e controle o fogo em excesso com o uso de cinzas produzidas com os carvões já queimados. Jamais use água ou outras técnicas para diminuir o fogo, ok?
Reserve alguns pedaços de carvão para churrasco para sempre alimentar o fogo quando for preciso aumentar a brasa. Recomendamos, entretanto, que você sempre conte com pelo menos dois sacos de carvão para evitar surpresas durante o preparo das carnes. 😉

Agora você aprendeu a usar o carvão da maneira certa não, é? Então não perca tempo e peça logo o carvão para o seu churrasco na Bittencourt Cardoso

Via content.paodeacucar.com